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Santo Antônio está entre os municípios do RN que apresentam risco muito alto de dengue, diz Sesap


Santo Antônio é um dos quarenta e oito municípios do Rio Grande do Norte que apresentam risco muito alto de dengue. O dado consta no Mapa de Vulnerabilidade para a identificação de áreas com maior risco para ocorrência da doença no estado divulgado nesta sexta-feita (15) pela Secretaria de Saúde Pública do RN (Sesap).

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Governo repassa R$ 173 milhões para combate à dengue em municípios


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O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (08), que vai repassar R$ 173,2 milhões para todos os municípios brasileiros investirem no combate à dengue. Serão R$ 143,6 milhões repassados para as secretarias municipais e R$ 29,7 milhões para as secretarias de saúde estaduais.

Os municípios, em contrapartida, vão precisar cumprir metas determinadas pelo Ministério da Saúde, como disponibilizar número adequado de agentes de controle de endemias, garantir cobertura das visitas domiciliares pelos agentes, adotar mecanismos para a melhoria do trabalho de campo, fazer o Levantamento Rápido de Infestação por Aedes Aegypti (Liraa) com ampla divulgação nos veículos de comunicação locais e notificar casos graves suspeitos de dengue.

Em 2012, no Rio Grande do Norte, o número de casos graves e mortes causadas pela dengue caiu, em relação a 2011. Em 2011 foram registrados 577 casos graves da doença, enquanto em 2012 o número ficou em 287, queda de 50%. Já as mortes pela dengue caíram de 17 para 8, 53% a menos.

APLICATIVO PARA CELULAR AUXILIA NO DIAGNÓSTICO DA DENGUE


Imagem ilustrativa
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A Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS) lançou no último dia 10 de dezembro, em Porto Alegre (RS), aplicativo para smartphones e tablets que auxilia no diagnóstico e tratamento da dengue. O aplicativo “UNA-SUS Dengue” é um complemento do Curso de Atualização do Manejo Clínico da Dengue e foi desenvolvido pela equipe UNA-SUS da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).

O aplicativo funciona como uma calculadora que considera idade, sexo, peso e os sintomas apresentados pelo paciente. Com ele, médicos poderão fazer a definição automática da conduta a ser adotada de acordo com as características fisiológicas e sintomas de cada um.

“Com o aplicativo, é possível ainda calcular a reposição de líquidos de maneira customizada e fazer a descrição das características que classificam os pacientes nos grupos de risco da Dengue”, explica Alessandra Dahmer, Profª Drª em Informática da UFCSPA e uma das responsáveis pelo projeto.

Compatível com as plataformas Android, iPhone e iPad, o “UNA-SUS Dengue” tem download gratuito e apresenta também uma sessão de dicas relacionadas ao tratamento e prevenção da doença. “Essa ferramenta permite que os médicos apliquem os protocolos atuais de manejo da Dengue, presentes também no curso autoinstrucional, lançado em maio deste ano”, complementa Alessandra.

 

Bactéria e novas vacinas podem livrar Brasil da dengue em poucos anos


Sesap divulga novos números da dengue no RN, mais de 2000 casos já foram confirmados

O desenvolvimento de uma bactéria que contamina o mosquito Aedes aegypti, aliado à aplicação de vacinas contra a dengue, podem erradicar a doença no Brasil dentro de cinco a dez anos. A previsão é do secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. Ele participou hoje (24) do anúncio do novo método de controle do mosquito transmissor, com a utilização da bactéria Wolbachia, durante o 18º Congresso Internacional de Medicina Tropical e Malária, na capital fluminense.

“Nós vamos levar ainda alguns anos [para solucionar o problema da dengue]. Em um cenário otimista, se tudo der certo, talvez em cinco anos a gente tenha uma vacina antidengue. O teste da [bactéria] Wolbachia também levará cerca de cinco anos. Quando estas novas tecnologias estiverem comprovadamente disponíveis, a gente vai ter condições de dar um pulo. E talvez pensar não só no controle da dengue, mas em uma futura eliminação da doença como problema de saúde pública. A partir de cinco anos, tendo a vacina e a Wolbachia, em mais cinco ou dez anos a gente estaria livre da dengue”, disse Barbosa.